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  • Cidade multicultural

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Cidade multicultural

    Duas décadas depois da queda do Muro que dividia Berlim, o Portão de Brandemburgo é hoje símbolo de uma cidade livre e acolhedora. A harmonia entre construções antigas e futurísticas, a diversidade cultural e o transporte eficiente também são características da capital alemã.

  • Muitos estudantes estrangeiros

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Muitos estudantes estrangeiros

    Na Universidade Técnica de Berlim, 20,3% dos 29.234 alunos matriculados no semestre de inverno de 2009-2010 vêm de outros países. Na Universidade Humboldt e na Universidade Livre de Berlim, a percentagem é de 18% e 13,2%, com 5.800 e 5.581 estrangeiros, respectivamente.

  • De olho no futuro

    Estudantes brasileiros em Berlim

    De olho no futuro

    Inaugurada em 2009, a nova biblioteca “Jacob-und-Wilhelm-Grimm-Zentrum”, da Universidade Humboldt, é um dos maiores orgulhos da instituição. Mais de 75 milhões de euros foram investidos na construção do prédio, que tem cerca de 20.300 m² de área útil e 1.250 assentos, além de áreas de estudos específicas para grupos, computadores, equipamentos multimídia, cafeteria etc.

  • Incentivos

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Incentivos

    A Universidade Técnica de Berlim e a Universidade Livre de Berlim contabilizaram o maior número de estudantes estrangeiros em 2008, em uma comparação entre as universidades alemãs. A taxa semestral mais baixa cobrada dos alunos é de aproximadamente 245 euros. Esse valor dá direito a um bilhete semestral, que permite o acesso a restaurantes universitários e descontos em eventos culturais.

  • Transporte público

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Transporte público

    No bilhete semestral (Semesterticket) de vários estudantes também está incluso o acesso gratuito ao transporte público em Berlim, que envolve ônibus, bondes, metrôs e trens. Muitos estudantes combinam o transporte público com a bicicleta, que pode ser transportada em bondes e vários trens.

  • A 'Mensa'

    Estudantes brasileiros em Berlim

    A 'Mensa'

    Os restaurantes universitários, conhecidos como "Mensas", oferecem cardápios variados e a preços especialmente acessíveis. Com um único cartão, estudantes podem frequentar também os refeitórios de outras universidades. A "Mensa" nesta foto é a da Universidade Técnica de Berlim.

  • Onde morar?

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Onde morar?

    Muitos estudantes, tanto alemães quanto estrangeiros, moram em repúblicas, as "Wohngemeinschaften" ou simplesmente "WGs". Outra opção é ficar em uma casa de estudantes ("Studentenwohnheim"), como fizeram a paulista Mariana Padilha Feitosa e gaúcha Ana Paula Wolff, que viveram em Berlim para estudar alemão por algumas semanas.

  • Aprender o idioma

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Aprender o idioma

    Ficar fluente no alemão não é apenas necessário para ingressar na maioria dos cursos universitários da Alemanha, mas também é chave para a integração no país. O paranaense Hugo Molina, que chegou em Berlim em fevereiro de 2010, já dava aulas de alemão no Brasil, mas quer se aperfeiçoar com aulas em nível avançado antes de procurar uma opção de mestrado.

  • Sobrevivendo com o inglês

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Sobrevivendo com o inglês

    A cada ano, aumentam as vagas para cursos oferecidos em inglês na Alemanha. A pernambucana Elida Canuto está concluindo o mestrado em Relações Internacionais, ministrado em inglês. Mesmo sem ter progredido muito no alemão, ela diz: "Se pudesse voltar no tempo, me dedicaria a fazer um curso de alemão no Brasil para vir com o básico e usar as oportunidades daqui para aprimorar meus conhecimentos".

  • O frio

    Estudantes brasileiros em Berlim

    O frio

    Depois da língua local, o frio é um dos maiores obstáculos que estudantes brasileiros encontram na capital alemã. A foto de um dos bancos do prédio principal da Universidade Técnica de Berlim, feita no inverno, dá uma ideia do esforço que as pessoas fazem para sobreviver às baixas temperaturas.

  • Trabalho

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Trabalho

    Muitos jovens alemães e estrangeiros precisam conciliar os estudos com o trabalho. Aos estrangeiros, em Berlim, é permitida uma carga horária de trabalho de várias horas semanais, o que facilita a sobrevivência do ponto de vista financeiro. As regras que regulamentam o volume de trabalho de um estudante estrangeiro variam de estado para estado no país.

  • Cada um com seu jeito

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Cada um com seu jeito

    Há dois anos, Paulo Cesar Coelho Junior pretendia apenas visitar uma amiga em Berlim, mas acabou se matriculando em 2009 em Ciências Políticas na Universidade Humboldt. "Gosto de como as pessoas saem de qualquer forma na rua. Aqui não tem dresscode", conta. O Botequim Carioca, onde trabalha como barman, é o mais próximo que o estudante carioca planeja estar do Rio de Janeiro no momento.

  • Equilíbrio

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Equilíbrio

    O catarinense Joel Klein e o gaúcho Vinicius Viegas recebem bolsas de estudo e pesquisa graças a parcerias entre instituições alemãs e as universidades brasileiras onde concluíram o mestrado. Na academia de ginástica, os colegas mantêm não só a forma, mas também o "equilíbrio mental", como diz o fisioterapeuta Vinicius.

  • Perseverança

    Estudantes brasileiros em Berlim

    Perseverança

    Sem bolsas de estudo ou apoio financeiro dos pais, a alagoana Nubia Borges Pereira Stawowy financiou nove anos de estudos como faxineira e babá, até se formar em Odontologia pela Universidade Livre de Berlim, em 2003. Hoje, ela diz: "Se você não procura crescer, não reclame depois dizendo que não teve oportunidades".